19 de mar. de 2011

ORIENTAÇÃO PARA PREENCHIMENTO DO DIÁRIO DE CLASSE
O diário de classe é um instrumento legal de registro do desenvolvimento das atividades pedagógicas do professor, das situações didáticas da vida escolar dos alunos, do acompanhamento das suas aprendizagens, do desempenho escolar e deve ser verificado bimestralmente pela equipe gestora.
Deve conter os registro do processo de ensino-aprendizagem, e das avaliações aplicadas, de forma clara e na qual fique explicita a relação conteúdo, objeto de ensino e o objeto da avaliação, bem como adequação pedagógica da estratégia avaliativa utilizada.
No diário de classe deve constar: a relação nominal dos estudantes, em ordem alfabética, observações sobre o rendimento, freqüência justificada e atitudes comportamentais; o planejamento das aulas, o registro dos conteúdos trabalhados em situação didática de cada bimestre e as atividades ou projetos especiais.
Os registros que o docente faz no Diário de Classe devem estar consoantes ao Regimento Escolar. De acordo com a LDBEN nº 9.394/96 (artigo 24), não é mais possível o registro de “médias” nas avaliações bimestrais, considerando que a avaliação deve ser contínua e cumulativa, as avaliações bimestrais e finais são sínteses do processo de aprendizagem do aluno causado pelo ensino do professor. Ainda outro exemplo, se o Regimento Escolar prevê diferentes estratégias de avaliação estas devem estar claramente qualificadas e registradas no Diário de Classe. Os registros devem se encontrar de acordo com o planejamento docente bem como guardar estreita relação com a Proposta Pedagógica da Escola e retratar o dia-a-dia da sala de aula. Deve conter os registros claros e precisos das práticas de ensino voltados para a recuperação contínua do aluno em sala de aula.

Dos Procedimentos
Os registros devem ser feitos manualmente, com caneta de tinta azul ou preta, sem rasuras. A cor vermelha se aplicará na atribuição de conceitos insatisfatórios e quando do termo “TRANSFERIDO. Caso seja necessária alguma retificação, esta deve ser rubricada e, no campo das observações, justificada com a citação da página em que foi feita a retificação.
 Antes de efetuar qualquer registro nos diários de classe, observar o calendário escolar, horários afixados na sala dos professores e alterações na listagem de alunos. Em casos de dúvidas consultar a direção. Observar com atenção todas as orientações, a fim de não usar corretivos, principalmente nos conceitos atribuídos. Se ocorrer alguma rasura fazer a respectiva observação datando, e, caso houver, deve ser feito o devido “salvo rasura” por parte do docente. Faça a chamada diariamente, apontando “C” para alunos presentes e “F” para alunos ausentes. O espaço reservado ao registro da frequência não deverá ficar em branco. Faça seus registros diariamente para facilitar seu trabalho e para que ao final do bimestre não se incorra em erros e imprevistos. Os diários de classe deverão estar sempre em ordem e à disposição para visto da Direção / Supervisão.                                                                                                                             O aluno que conste na Secretaria como transferido (dependendo sempre da data da transferência) deverá ter um traço por toda extensão do campo referente à apuração da frequência.  Para o aluno ausente no dia da avaliação, registrar-se-á  F. Para o aluno que se recusou a fazer ou realmente não atingiu o objetivo proposto o lançamento do conceito que condiz com o produto apresentado. Usar como registro as menções de 0 a 10.  Tenha certeza do conceito final do aluno antes de registrá-lo. Não se esqueça que o conceito deve ser global.  Aluno desistente, durante o bimestre em andamento, deverá ter conceitos e total de faltas apresentado. Neste caso o numero de faltas deve ser diferente do número de aulas dadas. Aluno sem frequência nenhuma terá o registro (f) e total de faltas que deverá ser igual ao numero de aulas dadas. Inutilizar todos os espaços em branco com traços no diário.  Não podem ter rasuras (corretivo, lápis ou borracha) ou qualquer tipo de colagem. Todos os campos em branco deverão ser anulados. O conteúdo programático bimestral do diário de classe deverá estar de acordo com o Plano de Ensino e o semanário do professor, sendo visado o diário de classe pelo Professor Coordenado. Ao final de cada mês  o Diário de Classe deve ser devidamente fechado e assinado pelo professor. A frequência do diário de classe deverá ser vistado pelo diretor ou vice-diretor, em atendimento ao artº 5º  da  Resolução SE 20/2010 . Utilizar a mesma cor de caneta (azul ou preta) até o último bimestre. Preencher o campo identificando a classe e relacionar o nome completo dos alunos, sem abreviaturas; de acordo com a listagem fornecida pela secretaria da U.E. (de acordo com a lista piloto oficial e GDAE). Os alunos que forem matriculados no decorrer do ano darão prosseguimento à lista. Preenchimento a mão.
REGISTRO DAS ATIVIDADES COTIDIANAS:
Registrar as situações didáticas vivenciadas, não devendo acumular  informações para dias posteriores, como também, não registrar aulas antecipadamente, uma vez que, o registro é a comprovação de que as aulas foram ministradas naquela data.                                                                                                                                                         Registrar diariamente as atividades, não sendo permitido o uso das expressões “IDEM”, “BIS” ou “ver folha anterior”.  Na página reservada para registro de freqüência,  registrar o mês correspondente, colocar somente os dias letivos e atividades suspensas previstas no calendário. Nos dias letivos que estão compensando as atividades suspensas, deverá constar nas colunas o evento realizado. No campo OCORRÊNCIAS, registrar as ocorrências como atividades programadas, Reunião Pedagógica, Conselho de Classe, etc. Avaliação: registrar as freqüências, faltas e porcentagem de frequência. Esta deverá ser calculada da seguinte forma: subtrair as faltas do número dos dias letivos, multiplicar por cem e dividir o resultado da multiplicação pelo número de dias letivos;
Diagnosticar as dificuldades do aluno antes de aplicar e registrar a Recuperação contínua.
Deve conter os registros claros e precisos das práticas de ensino voltados para a recuperação contínua do aluno em sala de aula. Ao registrar as atividades, recuperação contínua, revisão,  especificar o assunto desenvolvido. Certifique-se de que as “verificações/avaliações/atividades” estejam registradas exatamente nos dias em que foram realizadas. Deve conter o registro dos alunos encaminhados à recuperação paralela por defasagem de aprendizagem e sua saída da recuperação paralela por ter apreendido os conteúdos que permitem a consolidação das competências e habilidades que determinaram o encaminhamento do aluno à recuperação paralela. Deve conter o registro de compensações de ausências realizadas nos termos do Regimento Escolar.
 Procedimentos na U.E.
Organizar por meio de um livro, campos para que os professores anotem casos de faltas excedendo o limite de três faltas consecutivas e/ou cinco faltas alternadas, constando nome do aluno; classe; assinatura do professor, assinatura do vice-diretor/diretor e devolutiva ao professor das providências tomadas. O vice-diretor/diretor deverá tomar as providências de entrar em contato com os responsáveis pelo aluno. As reuniões de C.C. deverão acontecer em todas as escolas da rede estadual, um Conselho de Classe por bimestre, independente das etapas e modalidades de ensino oferecidas, conforme Calendário Escolar homologado.  No Diário de Classe, o (a) professor (a) deverá registrar o parecer da turma nos aspectos da aprendizagem, dinâmica da sala de aula, relações interpessoais, frequência dos alunos, como também seus devidos encaminhamentos, coerente com as decisões e discussões ocorridas no Conselho de Casse.
Frequência
Para o registro da frequência ou ausência do(a) estudante, utilizar as letras: C– Compareceu, F–Faltou e FJ – Falta justificada. Fazer mensalmente a contagem das faltas e não deixar nenhum espaço em branco.  A frequência anual do aluno deve ser registrada nas colunas dos dias letivos: "registrar os motivos da ausência do aluno e as providências adotadas para assegurar a sua permanência." Com base na LDB Nº 9.394/96, Artigo 24, Inciso VI  e   a frequência é de 75%, do total das horas letivas do ano/ciclo/série/ /anos de escolaridade.  Atentar para o controle de aluno faltoso. Frequência mínima: é dever da U.E. controlar a frequência escolar do aluno, sendo exigida a frequência mínima de 75%, conforme preceitua o artigo 24 da LDB e 85% (mensal) para os que inseridos no Programa Bolsa Família. O fato de haver justificativa de faltas pelo pai/responsável por qualquer que seja o motivo, não isenta o professor de lançar falta para o aluno no diário de classe.
Motivo de Ausência
Para os(as) estudantes com 5(cinco) faltas consecutivas ou 10(dez) alternadas, deverá ser feita a comunicação à Equipe Gestora, que deverá adotar as seguintes providências, em consonância com a LDB nº 9.394/96, Artigo 12, Incisos VII e VIII, combinado com a Lei 13.068, de 10-06-2008:
Comunicar por escrito aos pais/responsáveis;
Comunicar por escrito ao Conselho Tutelar;
Comunicar por escrito à Vara da Infância e Juventude.
Decisão do Conselho de Classe
Registrar os resultados das aprendizagens e das observações especiais, principalmente as alterações da nota após o Conselho de Classe, em cada bimestre.
Observação sobre o(a) Estudante
Registrar a cada bimestre observações relevantes da trajetória do estudante em relação a: rendimento, frequência justificada e atitudes comportamentais.
Planejamento (aulas Previstas)
l Aulas Previstas: quantidade de aula prevista por bimestre/disciplina, de acordo com a Matriz Curricular e o período da unidade didática.
l Aulas Dadas: considerar as aulas ministradas, salvaguardando o direito do (a) estudante aos 200 dias letivos. Em caso de falta do (a) professor (a) e ou de outras particularidades, deverá ser garantida a reposição das aulas.
Conteúdos Trabalhados em Situações Didáticas
Registrar diariamente as aulas ministradas, mencionando os conteúdos e as situ


ações didáticas utilizadas pelo  professor.

Artigo 5º da Res. SE 20/10:  Cabe ao Diretor de Escola:
I - orientar os professores quanto ao registro sistemático da frequência e avaliação dos alunos nos diários de classe, base para alimentação do Sistema.

13 de mar. de 2011

Dia 22 de Março. Dia Mundial da Água

Projeto: "Água o bem maior"
Dada a importância de conscientizar a comunidade escolar, sobre a problemática mundial da escassez de água em um futuro bem próximo.Vamos nos envolver e dar o exemplo.

10 de mar. de 2011

"OLÍMPIO CATÃO NA FOLIA"

Parabéns aos professores que se envolveram e trabalharam o tema. Os alunos adoraram e foi muito divertido!

7 de mar. de 2011

REUNIÃO PEDAGÓGICA - 09/03/2011



"Nós abriremos o livro. Suas páginas estão em branco. Nós vamos pôr palavras nele. O livro chama-se Oportunidade e seu primeiro capítulo é  quando decidimos o que queremos. Nossas vidas são verdadeiros livros em branco, que são preenchidos por nós e pelos outros que passam - direta ou indiretamente - por nossas vidas(Edith Lovejoy Pierce)
****************************
Reunião Pedagógica
09/03/2011
Pauta:
·  Acolhimento: A menina que odiava livros
·  Apresentação de PPT e orientações  sobre Recuperação e Reforço
·  Sondagem de Português e Matemática
Projeto: Descobrindo Talentos(Play Center)
Encerramento: Paul Potts (descobrindo talentos)

27 de fev. de 2011

FORMAÇÃO CONTINUADA



A UDEMO e o Plano de Carreira do Magistério



-Documento Inicial para Discussão-
Logo após a publicação da Resolução SE 7/11, a Udemo entrou em contato com seus representantes, solicitando que eles organizassem, em suas regiões, estudos, debates e propostas sobre o tema. (Revisão do Estatuto do Magistério, incluindo Planos de Carreira, Vencimentos e Salários).
Essas propostas serão analisadas, debatidas e sintetizadas na Reunião do Conselho Deliberativo, dia 14 de março. Em seguida, o documento oficial será elaborado e encaminhado à Secretaria da Educação.
Em resumo, a Diretoria da Udemo só vai ter uma proposta definitiva para a revisão do Estatuto do Magistério, incluído aí o Plano de Carreira, depois de ouvir suas bases e após a reunião do Conselho Deliberativo.
Tendo em vista que as outras entidades da educação lançaram um Boletim Conjunto, e realizaram videoconferência, contemplando propostas com as quais concordamos e propostas das quais divergimos, e tendo em vista que esse material vai levantar polêmicas na rede, apresentamos aqui, de forma sucinta e provisória, algumas das teses que iremos defender na reunião do Conselho.
Deixamos claro, mais uma vez, que essas propostas ainda não são as definitivas. Estamos publicando-as apenas a título de informação, para subsidiar os debates nas bases, e para reiterar ou contradizer as propostas encaminhadas pelas outras entidades, no Boletim Especial e na videoconferência.
Plano de CarreiraPara a Udemo, Plano de Carreira não tem nada a ver com reposição salarial, mas sim com valorização da carreira, valorização do magistério. Portanto, a nossa proposta é de um plano de carreira que implique valorização salarial e funcional, ao longo dos quatro anos de governo, no final dos quais todos os professores e especialistas, ativos e aposentados, deverão estar recebendo, no mínimo, o dobro do que recebem hoje.
Basicamente, é a aplicação da mesma Tabela da LC 1.097/2009, agora com a extinção da prova de mérito, tabela essa que foi feita pelo próprio governo. Se foi feita por ele, significa que ele pode cumpri-la, do ponto de vista financeiro. Acrescentamos aos valores da tabela original (que representam um aumento de 16 a 20% nos pisos salariais), os 20% referentes à diferença de carga horária mencionada no item “Jornada de Trabalho”, abaixo. Tanto para os especialistas, quanto para os ocupantes de Postos de Trabalho (Vice-Diretor e Professor Coordenador) e os cargos de especialistas em extinção.
Veja, apenas como exemplo, como ficariam os nossos salários e proventos, ao longo e ao final dos quatro anos, na Tabela original, com a incorporação da GAM e com o acréscimo de 20%.
TABELAS
Diretor de Escola. Tabela 1: Original da LC 1.097/09, com a incorporação imediata da GAM e a extensão, a todos os especialistas, dos reajustes equivalentes às promoções por merecimento:
Faixa/Nível
I
II
III
IV
V
1 (2011)
2.381,73
2.500,81
2.625,85
2.757,14
2.895,00
2 (2012)
2.858,07
3.000,97
3.151,02
3.308,57
3.474,00
3 (2013)
3.334,42
3.501,14
3.676,19
3.860,00
4.053,00
4 (2014)
3.810,76
4.001,30
4.201,36
4.411,43
4.632,00
5 (2015)(*)
4.420,48
4.641,50
4.837,57
5.117,25
5.373,11
* Essa faixa ultrapassaria o mandato do atual governo
Diretor de Escola. Tabela 2: Original da LC 1.097/09, com a incorporação imediata da GAM, a extensão, a todos os especialistas, dos reajustes equivalentes à promoção por merecimento, e o acréscimo dos 20% referidos no item “Jornadas de Trabalho”:
Esta é a Tabela (mínima) defendida pela Udemo
Faixa/Nível
I
II
III
IV
V
1 (2011)
2.858,07
3.000,97
3.151,02
3.308,57
3.474,00
2 (2012)
3.429,69
3.601,17
3.781,23
3.970,29
4.168,80
3 (2013)
4.115,62
4.321,40
4.537,47
4.764,34
5.002,56
4 (2014)
4.938,75
5.185,67
5.444,97
5.717,22
6.003,08
5 (2015)(*)
5.926,50
6.222,82
6.533,96
6.860,66
7.203,69
( * ) Essa faixa ultrapassaria o mandato do atual governo
Obs.: No caso dos Supervisores de Ensino, basta acrescentar 10% aos valores das tabelas acima.
Carreira curta ou carreira longa?Para a Udemo, não está claro se é melhor uma carreira mais curta, de 5 níveis – onde chega-se mais depressa ao topo, mas então para-se de evoluir – ou uma carreira mais longa, de 10 níveis – onde evolui-se mais lentamente mas ao longo de todo o tempo de trabalho. Essa é uma discussão sobre a qual nunca houve consenso. O atual modelo de carreira curta é o da prefeitura da cidade de São Paulo.
Promoção por MéritoA promoção por mérito deve ser abolida, por seus próprios deméritos, vício e defeitos, o que já foi bastante discutido e divulgado pela Udemo.
Evolução FuncionalAs Evoluções Funcionais – via acadêmica e via não-acadêmica - devem ser mantidas. Na evolução pela via não-acadêmica, deveria ser considerada, também, a produção em sala de aula, na gestão escolar ou na supervisão.
Formato da Carreira
A UDEMO é contra a “Carreira Aberta”.O que é, na verdade, “Carreira Aberta”? É um eufemismo para “fim da hierarquia salarial entre docentes, diretores e supervisores” e “fim da exigência de concurso público para todos os cargos e funções, com exceção do de professor”.
Daí a expressão “ concurso público para ingresso na Carreira do Magistério”; ou seja, apenas para o ingresso na carreira. Uma vez ingressado na Carreira, por concurso, um PEB II, por exemplo, chegaria a Diretor ou Supervisor, sem outros concursos – entraria aí a “eleição”, a “designação”, o “cargo em comissão” etc.
Quanto aos salários, “Carreira Aberta” implica igualdade de vencimentos entre todos os seus integrantes. PEB I e Supervisor, por exemplo, teriam os mesmos salários. Daí a afirmação: “ de maneira que o professor não precise sair da sua função docente apenas movido pela necessidade de perceber um salário melhor”.
Veja o que a APEOESP entende por "Carreira Aberta":
A APEOESP acredita que o ingresso na Carreira do Magistério deva se dar sempre por concurso público,mas apenas para os cargos de Professor I (atualmente PEB I) e Professor III (atualmente PEB II).Todos os demais cargos previstos como tais na LC 836/97 devem ser transformados em funções,ou seja, serem providos por mecanismos internos e só poderem ser ocupados por professores, seja através de eleição, seja através de designação.
No que diz respeito ao cargo de Supervisor de Ensino, as discussões havidas apontam no sentido de que aquele posto de trabalho não seja mais tratado como cargo na legislação, mas sim como função.
Carreira Aberta ou Carreira Única é diferente de Tabela Única. Esta última é desejável.
Respeitamos as opiniões das entidades, mas discordamos da proposta de Carreira Aberta. Esta carreira está na contramão do que ocorre em todo o mundo e em todas as áreas: especialização, progressão e ascensão. Surpreendeu-nos apenas o fato de os Supervisores defenderem, no Boletim, essa proposta que implica, no limite, o fim dos seus próprios cargos. O Supervisor de Ensino, assim como o Diretor de Escola, nessa proposta, passaria a ser uma Função, um Posto de Trabalho ou um Cargo em Comissão, e não mais um cargo efetivo. E ganhando o mesmo que um PEB-I ! Mas, repetimos, respeitamos as entidades, embora discordando delas, nesse tópico.
Jornadas de TrabalhoA jornada dos especialistas – núcleo de apoio pedagógico – deverá ser mantida em 40 horas semanais. No entanto, por ser uma jornada de horas – relógio (e não horas – aula), a remuneração deverá contemplar essa diferença. O cálculo é o seguinte:
- Especialista: jornada semanal de 40 horas de 60 minutos = 2.400 minutos.
- Docente:
- jornada semanal de 40 horas de 45 minutos = 1.800 minutos;
- jornada semanal de 40 horas de 50 minutos = 2.000 minutos.
Portanto, o especialista trabalha de 400 a 600 minutos a mais, por semana, do que o docente. Ou seja, o especialista trabalha de 6 a 10 horas a mais que o docente por semana.
por semana. Em percentuais, isso representa de 15% a 25% (na média, 20%) de acréscimo na jornada do especialista. Esse é também o percentual de acréscimo (20%) que deverá ser aplicado no salário (piso) dos especialistas e nos salários do vice-diretor, do professor coordenador e dos cargos de especialistas em extinção.
A jornada de trabalho do docente deveria ser, prioritariamente, de 40 horas semanais, sendo 20 horas com alunos, na sala de aula, e 20 horas na escola para as seguintes atividades: HTPC, Conselhos (Escola, Classe/Série), preparação de aulas, correção de provas e trabalhos, recuperação paralela dos alunos, atendimento a pais de alunos, capacitações.
A Udemo é contra a “Hora Atividade em Local de Livre Escolha”. Todo o trabalho do professor deverá ser feito na própria escola que, para tanto, deverá contar com a infraestrutura necessária. Professor não deve levar trabalho da escola para casa.
As demais jornadas deverão ser mantidas apenas para atender situações especiais e garantir o direito adquirido. E sempre nestas proporções: metade das horas com alunos, em sala de aula, metade das horas fora da sala de aula, mas na escola.
Com relação ao Estatuto do Magistério1. O artigo 95, que trata do Conselho de Escola, deverá ser retirado da lei. Essa matéria é estranha a um Estatuto do Magistério. De preferência, deverá ir para as Normas Regimentais Básicas da Secretaria da Educação (Par. CEE 67/98);
2. É necessário atualizar a redação, a nomenclatura e a remissão aos textos legais (principalmente a LBD);
3. O Estatuto deverá usar as expressões: “professor docente” e “professor especialista em educação”, para atender a Lei Federal nº 11.301/06;
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24 de jan. de 2011

ESQUEMA BÁSICO PARA UMA BOA DISSERTAÇÃO


Imagine que você queira dissertar sobre o seguinte tema: Chegando ao terceiro milênio, o homem ainda não conseguiu resolver graves problemas que preocupam a todos.
Sua primeira providência deve ser copiar este tema em uma folha de rascunho e fazer a pergunta. Por quê?
Ao iniciar sua reflexão sobre o tema proposto e sobre uma possível resposta para a questão, procure recordar-se do que já leu ou ouviu a respeito dele. É quase certo que você tenha ao menos uma noção acerca do qualquer tema que lhe vier a ser apresentado.
O ideal, para que sua dissertação explore suficiente o assunto, é que você obtenha duas ou três "respostas" para a questão formulada; estas"respostas" chamam-se "argumentos". Vejamos agora que argumentos poderíamos encontrar para este tema.

1. Existem populações imersas em completa miséria.
2. A paz é interrompida frequentemente por conflitos internacionais.
3. O Meio Ambiente encontra-se ameaçado por sérios desequilibrios ecológicos

Resumindo todos os procedimentos que utilizamos para construir essa dissertação, chegamos a este esquema.

TEMA + ARGUMENTO 1 + ARGUMENTO 2 + ARGUMENTO 3
1° parágráfo: Introdução ao tema- 5 linhas
2ºparagráfo: Desenvolvimento do argumento 1- 5 linhas
3ºparagráfo: Desenvolvimento do argumento 2- 5 linhas
4ºparagráfo: Desenvolvimento do argumento 3- 5 linhas
5ºparagráfo: Conclusão - 5 linhas
Total de 25 linhas é o ideal para uma boa redação.

Você pode substituir essa expressão inicial utilizada na sua conclusão por qualquer outra equivalente. Aqui estão algumas sugestões

►Dessa forma...
►Sendo assim...
►Em vista dos argumentos apresentados...
►Em virtude do que foi mencionado...
►Assim...
►Por todas essas idéias apresentadas...
►Por tudo isso...
►Dado o posto...

Se vocês observarem a redação que eu postei ai em baixo ela segue e atende todo esse esquema...
Assim fica fácil né galera?....
É só praticar...

Dicas para uma boa dissertação

Tema: Poucos são os programas de televisão que contribuem para elevar o nível cultural dos telespectadores...
São poucos os programas de televisão que contribuem para o crescimento cultural dos telespectadores. A mídia está formando repetição de idéias e programas, mas não forma pensadores.
Por ser um dos maiores meios de comunicação do planeta, os programas de TV exerce uma forte influência na vida das pessoas. Não se preocupam se quer, com o quanto a mensagem vai ajudar ou informar, fazendo com que o trabalho fique monótono e interessando somente a grande massa da população.
Muitas vezes os temas e entrevistas são mal elaborados, vem com pouco acrécimo de conhecimento para os que assistem, humor, jornalismo, investigação, entre outros que compôem esta rede.
Partindo desse conceito é válido afirmar que a televisão mostra com clareza muitos acidentes, tragédias e mortes. Com esse grande tráfego contínuo de informações, o conhecimento é nulo ao indivíduo que desfruta da mesma.
As propagandas apresentadas revelam um contraste irônico, como por exemplo as de cerveja; será que a cerveja precisa e deve ser gostosa com a mesma proporção das modelos de biquini? Esse tipo de atitude revela como esse meio atrai fatores econômicos, que por si, adquirem um valor incalculável.
Em virtude do que foi mencionado vale ressaltar que devemos procurar a arte da autocrítica, do autoconhecimento, do altruísmo, parar de aceitar os fatos de forma passiva e opaca. Procurar a verdade, que esta, não é absoluta e sim tem um fim inatingível.
Pratique!

Profª Mara 

19 de jan. de 2011

ESCOLA É...


... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.
O Diretor é gente,

O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor

Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”

Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil!Estudar, trabalhar, crescer,

Fazer amigos, educar-se, ser feliz.
É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.

(Paulo Freire)