9 de out de 2011

HTPC- 10/010/2011- até as 24h00- Valores



                                                             VAMOS FALAR DE  VALORES?
“Fui criado com princípios morais comuns:Quando eu era pequeno, mães, pais, professores, avós, tios, vizinhos, eram autoridades dignas de respeito e consideração. Quanto mais próximos ou mais velhos, mais afeto. Inimaginável responder de forma mal educada aos mais velhos, professores ou autoridades…
Confiávamos nos adultos porque todos eram pais, mães ou familiares das crianças da nossa rua, do bairro, ou da cidade… Tínhamos medo apenas do escuro, dos sapos, dos filmes de terror… Hoje me deu uma tristeza infinita por tudo aquilo que perdemos. Por tudo o que meus netos um dia enfrentarão.
Pelo medo no olhar das crianças, dos jovens, dos velhos e dos adultos. Direitos humanos para criminosos, deveres ilimitados para cidadãos honestos. Não levar vantagem em tudo significa ser idiota. Pagar dívidas em dia é ser tonto… Anistia para corruptos e sonegadores…
 O que aconteceu conosco? Professores maltratados nas salas de aula, comerciantes ameaçados por traficantes, grades em nossas janelas e portas. Que valores são esses? Automóveis que valem mais que abraços, filhas querendo uma cirurgia como presente por passar de ano. Celulares nas mochilas de crianças.
O que vais querer em troca de um abraço? A diversão vale mais que um diploma. Uma tela gigante vale mais que uma boa conversa. Mais vale uma maquiagem que um sorvete. Mais vale parecer do que ser… Quando foi que tudo desapareceu ou se tornou ridículo?Quero arrancar as grades da minha janela para poder tocar as flores! Quero me sentar na varanda e dormir com a porta aberta nas noites de verão!
Quero a honestidade como motivo de orgulho. Quero a vergonha na cara e a solidariedade. Quero a retidão de caráter, a cara limpa e o olhar olho-no-olho. Quero a esperança, a alegria, a confiança! Quero calar a boca de quem diz: “temos que estar ao nível de…”, ao falar de uma pessoa. Abaixo o “TER”, viva o “SER”.
E viva o retorno da verdadeira vida, simples como a chuva, limpa como um céu de primavera, leve como a brisa da manhã! E definitivamente bela, como cada amanhecer. Quero ter de volta o meu mundo simples e comum. Onde existam amor, solidariedade e fraternidade como bases. Vamos voltar a ser “gente”. Construir um mundo melhor, mais justo, mais humano, onde as pessoas respeitem as pessoas. Utopia? Quem sabe?… Precisamos tentar… Quem sabe comecemos a caminhar transmitindo essa mensagem… Nossos filhos merecem e nossos netos certamente nos agradecerão”Arnaldo Jabor

A partir deste texto, quais ações poderíamos promover junto aos alunos?
Objetivo: Diminuir a prática do "bullyng" ou a banalização do mesmo.
Aguardo boas sugestões 

PC Mara

12 comentários:

  1. No meu ponto de vista, as escolas deveriam ter convênio com profissionais, com disponibilidade de desenvolver trabalhos preventivos em relação ao social, psicológico, saúde e prevenção de doenças. A prevenção poderia ser também para a família, no sentido de conscientizar a importância da valorização de cada cidadão no contexto familiar e social. Nós professores fazemos a nossa parte, e família?

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  2. Nós professores e os demais profissionais ligados ao espaço escolar devemos atentar-nos para os sinais de violência, procurando neutralizar os agressores, bem como assessorar as vítimas e transformar os espectadores em principais aliados contra a prática do Bullying.
    Na escola devemos:
    _Evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo.
    _Promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco a extinção do Bullying.
    _Poderíamos promover debates sobre bullying nas salas de aula, fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos alunos.
    _Estimular os estudantes a fazerem pesquisas sobre o tema na escola, para saber o que alunos, professorem e funcionários pensam sobre o bullying e como acham que se deve lidar com esse assunto e promover sua extinção.
    _ Devemos iniciar estas mudanças por nós mesmos, pois de nada valerá falar sobre a não-violência, se nós profissionais em educação usamos de atos agressivos, verbais ou não, contra nossos alunos.
    Talvez ao iniciarmos como prática preventiva nossas próprias atitudes poderíamos evitar causar traumas na aprendizagem, o que poderia gerar transtornos ao longo da vida dessas crianças.

























    Nós professores quanto dos demais profissionais ligados ao espaço escolar devemos atentar-nos para os sinais de violência, procurando neutralizar os agressores, bem como assessorar as vítimas e transformar os espectadores em principais aliados contra a prática do Bullying.
    Na escola devemos:
    _Evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo.
    _Promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco a extinção do Bullying.
    _Poderíamos promover debates sobre bullying nas salas de aula, fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos alunos.
    _Estimular os estudantes a fazerem pesquisas sobre o tema na escola, para saber o que alunos, professorem e funcionários pensam sobre o bullying e como acham que se deve lidar com esse assunto e promover sua extinção.
    _ Devemos iniciar estas mudanças por nós mesmos, pois de nada valerá falar sobre a não-violência, se nós profissionais em educação usamos de atos agressivos, verbais ou não, contra nossos alunos.
    Talvez ao iniciarmos como prática preventiva nossas próprias atitudes poderíamos evitar causar traumas na aprendizagem, o que poderia gerar transtornos ao longo da vida dessas crianças.


















    Nós professores quanto dos demais profissionais ligados ao espaço escolar devemos atentar-nos para os sinais de violência, procurando neutralizar os agressores, bem como assessorar as vítimas e transformar os espectadores em principais aliados contra a prática do Bullying.
    Na escola devemos:
    _Evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo.
    _Promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco a extinção do Bullying.
    _Poderíamos promover debates sobre bullying nas salas de aula, fazendo com que o assunto seja bastante divulgado e assimilado pelos alunos.
    _Estimular os estudantes a fazerem pesquisas sobre o tema na escola, para saber o que alunos, professorem e funcionários pensam sobre o bullying e como acham que se deve lidar com esse assunto e promover sua extinção.
    _ Devemos iniciar estas mudanças por nós mesmos, pois de nada valerá falar sobre a não-violência, se nós profissionais em educação usamos de atos agressivos, verbais ou não, contra nossos alunos.
    Talvez ao iniciarmos como prática preventiva nossas próprias atitudes poderíamos evitar causar traumas na aprendizagem, o que poderia gerar transtornos ao longo da vida dessas crianças.

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  3. Palestras com profissionais da área para todos, equipe gestora, funcionários, corpo docente e alunos, com ampla discussão com a comunidade.

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  4. Patrícia disse...
    Os atos de bullying são impulsionados, muitas das vezes, pela falta de conhecimento, pelo preconceito e até mesmo pela falta de respeito ao próximo. A escola deve conscientizar-se de que esse conflito relacional já é considerado um problema de saúde pública. Por isso, é preciso desenvolver um olhar mais observador tanto dos professores quanto dos demais profissionais ligados ao espaço escolar. Diante disso cabe a escola trabalhar junto aos alunos as dificuldades extremas de lidar com a diferença e adotarem medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar.
    Além disso, tomar algumas iniciativas preventivas do tipo: aumentar a supervisão na hora do recreio e intervalo; evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo. Também pode-se promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco as relações humanas.
    Estes s assuntos precisam fazer parte da rotina da escola como ações atitudinais e não apenas conceituais.
    Tais medidas devem ser incorporadas no projeto pedagógico da escola das unidades escolares e ao planejamento escolar . A parceria pais-escola é fundamental para o trabalho de prevenção ocorrer de forma eficaz. Os pais e educadores devem ter a consciência do seu papel, procurando ajuda especializada.
    Quanto à escola, esta deve ter em seu quadro de pessoal um Psicopedagogo, o qual trabalhará junto com o agressor ou a vítima de Bullying, e que este trabalho seja acompanhado pela direção da escola e principalmente pela família.
    De nada valerá falar sobre a não-violência, se os próprios profissionais em educação usam de atos agressivos, verbais ou não, contra seus alunos. Ou seja, procurar evitar a velha política do “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”.

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  5. Os atos de bullying são impulsionados, muitas das vezes, pela falta de conhecimento, pelo preconceito e até mesmo pela falta de respeito ao próximo. A escola deve conscientizar-se de que esse conflito relacional já é considerado um problema de saúde pública. Por isso, é preciso desenvolver um olhar mais observador tanto dos professores quanto dos demais profissionais ligados ao espaço escolar. Diante disso cabe a escola trabalhar junto aos alunos as dificuldades extremas de lidar com a diferença e adotarem medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar.
    Além disso, tomar algumas iniciativas preventivas do tipo: aumentar a supervisão na hora do recreio e intervalo; evitar em sala de aula menosprezo, apelidos, ou rejeição de alunos por qualquer que seja o motivo. Também pode-se promover debates sobre as várias formas de violência, respeito mútuo e a afetividade tendo como foco as relações humanas.
    Estes s assuntos precisam fazer parte da rotina da escola como ações atitudinais e não apenas conceituais.
    Tais medidas devem ser incorporadas no projeto pedagógico da escola das unidades escolares e ao planejamento escolar . A parceria pais-escola é fundamental para o trabalho de prevenção ocorrer de forma eficaz. Os pais e educadores devem ter a consciência do seu papel, procurando ajuda especializada.
    Quanto à escola, esta deve ter em seu quadro de pessoal um Psicopedagogo, o qual trabalhará junto com o agressor ou a vítima de Bullying, e que este trabalho seja acompanhado pela direção da escola e principalmente pela família.
    De nada valerá falar sobre a não-violência, se os próprios profissionais em educação usam de atos agressivos, verbais ou não, contra seus alunos. Ou seja, procurar evitar a velha política do “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”.

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  6. Ao meu ponto de vista ,as famílas deixaram a sua responsabildade para a escola. E nós como educadores devemos sim passar ou ao menos tentar passar ao nossos futuros jovens e adultos a noção o que venha ser valores , pois em alguns casos ele acham que valores é refente a "dinheiro"
    Pois valores não se compra mas sim se adquire com boas maneiras tec...
    Poderiamos , trbalhar um projeto valores para que os nossos alunos respeito com os outros .
    Laura Marcondes

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  7. Alessandra disse:
    Nós como educadores, temos o dever de mostrarmos aos nossos alunos o verdadeiro significado de valores,pois muitos não tiveram ou acabaram perdendo a essência de boas condutas, devido ao abandono das famílias, que nos deixaram a total responsabilidade pela educação dos seus filhos.
    Em sala de aula , poderíamos trabalhar a noção de respeito uns com os outros, mostrarmos que ainda podemos dizer um por favor ou um muito obrigado.
    Trabalhar com projetos que discuta esse grande problema existente em nossas escolas.
    Trabalhar com debates nas salas, deixando os alunos dizerem o que pensam dessa problemática.

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  8. Luciana Crespan10/10/2011 17:02

    Gostei muito quando o autor disse... Abaixo o “TER”, viva o “SER... E ainda quando comentou que quer de volta o seu mundo simples e comum, com amor, solidariedade e fraternidade como bases. Me assuntou quando disse que quer voltar a ser “gente”. Concordo que devemos ter esperança de um mundo melhor, mas mudar valores é mais difícil... Algumas atitudes que acredito ser um começo: Palestras, debates, case profissionais, roda de conversa e projetos com profissionais da área envolvendo todos na escola; motivar e estimular os estudantes a fazerem pesquisas, visitas e entrevistas em locais e estabelecimentos promovendo atitudes e atividades envolvendo respeito e afetividade.

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  9. Professor Ezequiel Dionisio
    O texto retrata um tempo que já passou, uma certa nostalgia em relação ao passado, é certo que hoje temos essa saudade de algumas coisas que mudaram, mas é comum, com certeza as pessoas de 50 anos atrás também pensaram assim, a verdade é que tudo muda, algumas dessas mudanças são boas outras ruins, mas isso não significa que será ruim nem boa pra todas.
    O que temos que combater é sim a falta de respeito, a intolerância coisas que sabemos que não são boas para viver em sociedade, e temos que aceitar as mudanças e acreditar que o novo é bom, e que ate hoje houve muitas mudanças e isso foi bom.
    Nas escolas percebemos que há uma grande mudança, os alunos agitados, brigas que alias é o que sempre teve, porem hoje mais banal, falta de respeito com colegas e professores, enfim tudo isso é uma consequência de uma nova era que vivemos, onde os alunos não querem ficar uns atrás do outro, onde o professor é o senhor da razão e toda verdade, deve haver uma interação entre professor e alunos, o respeito deve vir de nos que estamos ali pra educar, mesmo que muitas vezes seja preciso deseducar para educar, passar valores e ensinar é com certeza um meio mas nunca um fim.

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  10. A palavra chave para resolver a crise moral que vivemos hoje é: família. Para tanto, faz se necessário aproximar a família do convívio escolar, por meio de palestras e cursos para que os pais tenham contato com outros profissionais (psicólogos, advogados, etc) que possam ajudá-los na construção de uma base familiar mais sólida e envolvida na formação do caráter de nossas crianças. E, claro, não podemos esquecer que aprendemos por imitação, então, dar bons exemplos é essencial.

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  11. Quando trabalhamos o texto "Valores" fiquei feliz ao constatar que muitos dos alunos entenderam, apoiaram e até se sentiram solidários ao que o autor fala sobre o saudosismo dos valores perdidos. Acho mesmo que só precisamos trabalhar mais o valores morais em nossos alunos, pois , o que eu, particularmente sinto, é que adolescentes necessitam saber os seus limites, e trabalhar com valores que muitos sabem existir mas que não colocam em prática porque acham que podem tudo quando se sentem sem limites.

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  12. Luciene Lavezzo10/10/2011 23:18

    Como o próprio texto diz : “ Cadê nossos Valores ? “

    Acredito que só através do nosso exemplo em sala de aula e no nosso cotidiano que podemos enfatizar os valores que recebemos e temos.

    Muitas vezes são banalizados por parte da sociedade mas não podemos deixar que nossos princípios sejam corroídos, já que cada vez mais muitos deixam de lado seus valores , pois é mais fácil vendar os olhos e os ouvidos, ou ser omisso ao comprometimento dos princípios básicos ligados a educação, respeitos aos outros e principalmente respeito a si mesmo .

    Mas tudo isso é fruto de uma família desestruturada cujos os valores já foram destorcidos ha muito tempo

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